É, 2005 já era! Passou tão rápido! Alguns acontecimentos parecem sonho.

Minha vida deu uma grande guinada nesse ano. Inúmeras coisas aconteceram, e algumas delas independente de minha vontade, mas fruto de minha luta.

Foi um ano de crescimento e aprendizado. Apesar de não ter levado a sério muitas das lições, ou não tê-las posto em prática, tudo ficou bem gravado.

Infelizmente o ano não termina como desejava, ou esperava. Apesar de querer muitas coisas, ter alcançado outras várias, me sinto frustrada.

Vejo que muito do que aprendi não consegui aplicar, e apesar de saber os riscos corridos, e que estava pisando em areia movediça, acabei caindo nas teias do destino e depositando meus sentimentos em algum que não me trará nenhum retorno.

Espero que 2006 me traga novos ares, novo fôlego. Renovando esperanças.

 

A todos meus sinceros votos de saúde, sucesso e paz!

 

E que venha 2006!



Postado por: Cáritas às 15:37:28
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De volta a rotina de trabalho, alterada por uma mudança de layout. Reformas sempre geram transtornos.

Ainda estou tentando assimilar algumas coisas. E pra mim não é muito fácil. Estou acostumada a levar as coisas de acordo com meus desejos, e quando foge ao meu controle fica meio complicado pra mim.

Tem sido uma experiência nova. Em situações parecidas, eu ditava as regras, e agora estou à mercê de outrem. Mas estou aprendendo a conviver com isso. Uma hora tem que passar, não? Estou velha demais pra sentimentos adolescentes.

Ainda tenho muito mais pela frente. Não preciso ficar olhando pra trás, esperando por coisas que não terão futuro, por alguém que não me enxerga. Aliás, o tempo se encarrega de curar tudo.

E como o tempo voa... mais um ano se vai. E novamente não pretendo fazer as famosas resoluções de ano novo. Não acredito que isso funcione. Mesmo porque eu nunca sigo os planos traçados. Acabo fazendo o que dá na telha, metendo a cara e me machucando, caindo e levantando.

 

"...Eu não sei parar de te olhar, não vou parar de te olhar. Eu não me canso de olhar, não vou parar de te olhar..."



Postado por: Cáritas às 21:49:14
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Ah, eu adoro o Natal! E não sei como alguém não pode gostar?

É tão bom estar com a família! E todo ano a farra rola, às vezes diferente, mas sempre ficamos muito felizes no final das contas.

Ao menos por alguns dias esqueço todos os meus problemas, e passo à diversão familiar. Isso pra não mencionar a comilança desenfreada a que nos submetemos. Tantas guloseimas preparadas com carinho!

Amigos há muito distantes que recordamos, novos amigos que estão presentes.

Pra mim o Natal é isso: família unida, alegria!! Sempre uma grande e divertida brincadeira!

Pena ser só uma vez por  ano...



Postado por: Cáritas às 17:22:24
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Bebi demais! Em plena segunda-feira isso não é normal pra mim. Mas acho que estava precisando, pra desestressar um pouco!

Pra variar, querendo fazer coisas proibidas. Ao menos no dia do aniversário devia ser permitido realizar todos os desejos, não? Não! Ia dar muito trabalho executar todos meus planos de conquistar o mundo. Kkkk

Definitivamente, hoje não estou num dos meu melhores dias como escritora. Tomara que não me arrependa muito depois de publicar o que estou escrevendo. Felizmente, poucos conhecidos têm o hábito de freqüentar esse meu canto, meu confessionário, ou como  chamava antigamente: meu divã.

Aliás, porque mudei o nome? Ah, de tanto ouvirem dizer que sou impossível de se entender. E hoje começo a concordar. Nem eu me entendo. Mas como dizem os crentes, a gente não precisa entender de tudo no mundo, né? Tudo tem a hora de ser revelado. E pra quem sabe perguntar, eu me revelo muito bem. Kkkk. Se revelo!! Até mais do que o aconselhado pra um senhora casada como eu. Aff!

Definitivamente, bêbados não deviam ter acesso à net. Rsss.

Ao menos assim meu texto parece menos deprimente que de costume. Afinal, nesse momento estou pouco me lixando pro que quer que pensem. Aliás, isso acontece sempre. Nunca me preocupei com quem lê o que escrevo. Sempre escrevi o que dá na telha. Doa a quem doer. Se bem que geralmente só dói em mim mesma! Normal!

Mas, como sei que nem tudo acontece como a gente quer, vou passar mais um aniversário pensando em como seria bom se estivesse fazendo exatamente o que tenho em mente... Só pra não perder o hábito. Afinal o tempo passa, o tempo voa, e a lindinha aqui continua a mesma de sempre: “indescritível”. Melhor assim, menos explicações a prestar.

Agora, lendo o que estou escrevendo não consigo achar nenhum sentido. Espero que o resto do mundo também não. Fica menos complicado se explicar depois. Pena que temos sempre que prestar satisfações a alguém, sobre alguma coisa, feita em algum momento. Se não fossem as constantes obrigações cotidianas o mundo seria bem mais divertido.

Ah, nem sei pra que reclamo tanto. Nunca presto contas de muitas coisas mesmo. No final, as coisas acabam saindo exatamente como eu quis. Ta bom, nem tudo. Mas estou aprendendo a mexer meus pauzinhos e ver as coisas por outro ângulo, menos pessoal, me poupando possíveis atropelos sentimentais. Aproveitando apenas o bom do momento. Aprendi a usar, mesmo quando sou usada. E convenhamos, até que é bem divertido!

Em tempo!

 

 



Postado por: Cáritas às 22:59:44
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Ainda não descobri como fazer pra recolocar os comentários pra funcionar. Aliás, até sei um jeito, mas ainda prefiro insistir em meus métodos. Então, paciência! Uma hora conserto do meu jeito ou assumo que terei que dar o braço a torcer.

Minha mãe cismou que estou novamente com anorexia, e nem estou tão magra assim. Tudo porque passei um pouco mal nesses dias, não comi quase nada e dispensei chocolate. É, nem o meu adorado chocolate me tirou do jejum. Mas não tem nada a ver com “Anna”. Apenas não estou sentindo muita vontade de comer nada.

Estou com saudades de algumas pessoinhas que tem paciência comigo, que aceitam meu jeitinho complicado de ser, que me deixam usar o ombro...

Já estou cansada de meter os pés pelas mãos. Cansada de quebrar a cara com pessoas que todo mundo diz pra eu não confiar. Pessoas que vejo não serem sinceras, e mesmo assim me deixo envolver. E por que? Pra que? Simplesmente pra dar com a cara no muro e carregar as cicatrizes. Essa sou eu. Vejo que não dá certo, sei que tem tudo pra dar errado e mesmo assim dispenso meu tempo com o assunto. Lógico que tudo dura até perder a graça. E do jeito que está indo, a graça se esvai pelo ralo rapidinho.

A vida é mesmo uma piada. A minha então, nem se fala!

Meu único comentário a respeito dos últimos acontecimentos: “Gosto realmente não se discute! Eu sou muito mais eu!”

 



Postado por: Cáritas às 18:10:37
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Eu devia ter imaginado que iria me decepicionar com você. Aliás, eu não devia esperar outra coisa mesmo. E nem sei porque estou escrevendo isso aqui, afinal te direi pessoalmente. O mínimo que esperei foi sinceridade, e não foi capaz. Não estou cobrando, não me deves nada, mas podia ser ao menos sincero.



Postado por: Cáritas às 21:54:19
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De tanto mexer pra colocar um layout mais condizente com meu atual momento, e que fosse feito por mim, acabei sumindo com os coments. Normal, eu sempre apanho pra colocar meus layouts no ar mesmo. E dessa vez não ia ser diferente. Ainda mais porque sentei aqui para redigir um texto e ao invés disso resolvi mexer na minha template. Como sempre, tudo de impulso. Qualquer hora conserto o estrago, nem sei quando terei tempo. Então, se tiverem algo a me dizer, por favor, pelo MSN ou e-mail que se encontram mencionados aí à sua direita.

 

Os dias passam tão rápido que nem sinto. As coisas não estão fáceis. Ao menos minha mente está ocupada, não tenho tempo para ficar cultivando minhas caraminholas costumeiras.

Felizmente, às vezes, algo bom acontece e vejo meus dias ficarem mais coloridos. Mesmo sendo por pouco tempo, foi o suficiente pra me reabastecer de ânimo, e como disse uma amiga, até minha pele estava radiante. Kkk Exageros de quem me conhece a fundo, nem precisei mencionar a ocorrência.

Aliás, qualquer um pode me conhecer a fundo, está pra nascer pessoa mais aberta que eu. Mesmo quando quero me esconder, acabo me revelando.

Ando fazendo algumas molecagens ultimamente. E como diz minha mãe, não adianta que sou moleca mesmo: “sossega, menina!” Ao menos levo a vida do meu jeito, e me atrapalhando ou não, acabo fazendo que as coisas aconteçam como quero.

Certo que na maioria das vezes passo por maus bocados antes de colher os louros, e tudo conseqüência do meu modo tempestivo de tomar decisões e resolver as coisas. Definitivamente, paciência é um dom que não me foi concedido.

E faltam exatamente 6 dias para o meu aniversário. Sinceramente, não me sinto com 27 anos. Ou como dizem: 27 de idade, cabeça de 10 anos. Será? Ah, tenho minhas criancices, mas bobo de quem pensa que não sei exatamente onde ando pisando.

Pra cada ação existe uma reação de igual intensidade. Estou apenas devolvendo o que recebi? Não! Estou aproveitando pra me divertir, de quebra. Claro que tenho que admitir que estou envolvida, mas sei até onde posso ir. Só falta saber quando e onde pretendo parar – se bem que não depende só de mim.

 

“Fecho os olhos pra não ver passar o tempo...

... Então vem, que eu conto os dias, conto as horas pra te ver...”

 



Postado por: Cáritas às 22:46:12
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É, mudanças no layout e pra completar perdi os comentários, rsss... Noutra hora arrumo, hoje já perdi a paciência.



Postado por: Cáritas às 22:43:30
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Será que sou mesmo tão complicadinha assim?

Certo, muitas vezes nem eu me entendo. Mas as demais pessoas à minha volta tem grande contribuição em minha complexidade.

Às vezes penso que uma terapia seria ideal pra mim. Sei que muitos de meus problemas, inseguranças, frustrações, tem origem há 17, mais exatamente no dia 20/11/1988.

Não é nada fácil pra uma criança de 9 anos ser chamada pelo pai, prestes a morrer, que queria lhe fazer algumas recomendações. Há um tempo percebo que muitos de meus atos se devem a elas. Coisas simples, mas que me delegaram grande responsabilidade no auge de minha infância. Recomendações que acatei e segui à risca por muito tempo. E percebo que algumas delas estão enraizadas, se tornaram parte de minha personalidade. Engraçado.

Às vezes paro pra pensar em tudo que aconteceu, em como aconteceu. È terrível ver seu pai, respirando com auxílio de um balão de oxigênio, certo de seu fim, pedindo pra que se tenha força.

Algumas das coisas que ele me disse continuam vivas em minha memória. E mesmo depois de tantos anos, ainda ouço claramente sua voz falha a me pedir paciência e força.

Na hora prometi que cumpriria cada uma de suas recomendações, claro! Apesar de entender perfeitamente que aquelas palavras eram pra confortar-me e preparar-me para a madrugada dolorida que se seguiria, não aceitei como fato de que ele estava me preparando pra sua morte.

E pra mim, as horas que se seguiram foram indiferentes. Não atentei em nenhum minuto que aquela era a última noite dele junto a mim. E até hoje me culpo por não ter lhe dito “eu te amo, pai”.

E na manhã seguinte, nasceu outra pessoa em mim. Alguém que levava nas costas o peso de ser a filha exemplar e dar apoio. “Sua mãe sofrerá muito, você é forte. Nunca a faça sofrer. Seja apoio. Conto com você. E só mais uma coisa: cante no meu velório, aquela música que sempre canta na igreja.” “Claro, pai!”

E eu cantei, mas pela última vez em minha vida. E então o canto perdeu a graça, porque era ele quem me motivava. E por muito tempo cumpri minha promessa, de ser pilar, forte, dando apoio, “sendo obediente”.

Porque estou falando nisso hoje? Não sei. Talvez porque estou fazendo coisas que tenho certeza que ele não aprovaria. Mas isso não me prende mais. Há tempos não penso mais no que meu pai aprovaria ou não. Há muito deixei de viver em função disso. Mas ainda cumpro boa parte de minha promessa. Afinal, promessa é dívida!!



Postado por: Cáritas às 22:25:18
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Percebi que não adianta brigar contra o que sinto. Apesar de me odiar por isso.

Vi também que quanto mais me ofereço, mais sou rejeitada. E sei que se duas pessoas lerem isso, uma ficará feliz além da conta, e outra com pulgas atrás da orelha. Não me importo mais.

Passar por idiota já é uma prática constante em minha vida. Apesar de fazer o possível, ao final das contas sempre caio nos “jogos psicológicos”, e acabo me ferindo.

Parece que tenho um ímã pra esse tipo de situação. Mas nunca tinha sido como agora, nunca tinha me confundido, me perturbado, e nunca tinha sido a vítima – era eu quem vitimava.

Eu, particularmente, adoro uma boa brincadeira de gato e rato. Mas ultimamente não estou bem. E não tenho vocação pra rato. É muito mais divertido ser a caçadora. É muito mais interessante acuar, que ser acuado. E meus atuais sentimentos não tem colaborado com isso, então penso que é melhor sair do jogo enquanto ainda não estou perdendo.

O problema todo é que ao me retirar da batalha, sem luta, me sinto derrotada. E esse é um sentimento que meu espírito sagitariano não aprendeu a aceitar tranqüilamente.

Preciso mesmo é arrumar outra coisa pra me ocupar, algo que me faça esquecer algumas coisas que andam se passando, e me agredindo. Pessoas que tem me dito coisas que me confundem. Pessoas que tem sido falsas e acreditam que estou sento ingênua ao ponto de depositar em suas palavras minha confiança.

Apesar de minha cara de idiota, de meu jeito ingênuo, das trapalhadas sentimentais e das maluquices que faço com minha vida, sei exatamente onde estou pisando. Já vi que a areia é movediça, e que posso me afundar.

E estou pulando fora, apesar de pensarem que estou caindo na teia.



Postado por: Cáritas às 15:20:44
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Branquela baixinha, agora loira. Casadíssima! Sagitariana impaciente, sincera ao extremo! Chocólotra controlada, apaixonada por massas e sorvete, com extrema aversão a côco.





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