É... o quilinho voltou. Ou melhor, 900g, rssss... Então não vou atualizar a barrinha.
Essa semana foi meio complicada pra mim. Fui à uma entrevista de emprego, fui selecionada pra segunda etapa. Passei uma manhã assistindo uma palestra. Isso tudo sem que eles realmente mencionassem quantas pessoas realmente contratariam (já que quase 60 foram pra segunda fase), o salário, qual seria o serviço e qual era realmente a empresa. Papo vai, papo vem, palestrante falando, falando, blá-blá-blá... E de repente: "A média de idade das pessoas dessa sala é de 22 anos. E é essa a idade ideal pra meus funcionários. Não contrato ninguém a partir dos 28anos." Peraí eu tenho 28 anos, e isso está no meu currículo. O que estou fazendo sentada, com fome, com sede (nem água serviram pra gente, acreditam?) ouvindo um papo massante (na verdade uma tentativa de lavagem cerebral) se não serei contratada?? "Desculpe, o Sr. não contrata ninguém com 28 anos?" e a resposta: "Não! Nessa idade a pessoa já deve ter alcançado seu sucesso profissional. Se isso ainda não aconteceu é porque não está realmente empenhado com seus objetivos. E esse tipo de pessoa não quero em minha empresa!" Imaginem o tanto de palavras que vieram à minha boca. "É uma pena! Pra vocês!" peguei minha bolsa e saí. Furiosa! Indignada! Extremamente irritada. Vim pra casa, muito chateada. Pela idiotice das palavras do palestrante e também por terem-me feito perder meu tempo.
E foi aí que meu quilinho a menos se transformou em 900g a mais. O resto da semana foi de preguiça, de desânimo, de tristeza mesmo, posso dizer assim. E então me pego pensando se ele não tem certa razão. Se realmente estou empenhada em alcançar meus objetivos...
Final de semana de paz. Tranquilo. E tudo correu otimamente bem tirando o meu mal-estar de ontém. Acho que minha pressão caiu. Fiquei muito trêmula, mãos e pés gelados. Não, não foi falta de comer. Tenho comido pouco, fato, mas tenho comido sempre. Também não, não é bebê a caminho. Frescurites agudas mesmo. Demorei um pouco a me recuperar, mas hoje amanheci bem. Deprimida, desanimada, desmotivada. Sem fome, sem hapetite, nada me deu vontade de comer. Passei o dia na rua, correndo atrás de um emprego. Andei muito. Acabo de chegar em casa. Pés doendo.
Na volta pra casa passei no shopping pra pagar algumas coisas. Idéia infeliz! Nunca vi tanta promoção de roupa e sapatos lindos! E eu sem um centavo pra gastar. Céus, que sofrimento, que tortura. Eu nunca fui consumista, mas sempre pude comprar o algumas coisinhas, aproveitar um pouquinho dessas promoções. Claro que uma peça ou duas, um parzinho de sapato. Mas há meses que não sei o que é comprar algo pra mim. O que é ir ao shopping e tomar uma casquinha de sorvete. Tá até tenho a grana do sorvete, mas fico tão deprimida com não poder comprar nada que até perco a vontade do sorvete. E olha que adoro. E hoje não foi diferente. Nem tanto pela tristeza de não poder aproveitar as pechinchas, mais pela ausência de vontade. Simplesmente não senti vontade de tomar sorvete. Tem seu lado bom. E tem seu lado ruim.
Desde sábado não sinto vontade de comer nada. Amanheci assim. Tomei café da manhã porque o marido estava em casa e acompanha minha alimentação, fica de olho. Almoçamos tarde, e eu comi porque precisava, não por fome. À noite, a mesma coisa. Domingo eu tomei café da manhã e fui pra casa da minha mãe e lá comecei a me sentir mal, dor de cabeça intensa. Felizmente hoje nada de dor de cabeça. Hoje não consegui comer nada antes de sair de casa, e fui almoçar agora há pouco, mais por necessidade, menos por vontade.
Ao menos junto o útil ao agradável. Assim é mais fácil eliminar os quilinhos que sobram.
PS: mais um quilinho se foi, mas só vou atualizar a barrinha na sexta-feira.
Depois de 5km de caminhada em ritmo acelerado:
- E aí, vamos dar outra volta?(marido)
- Não, vamos pra casa, chega, já estou com dor de cabeça, hoje não consegui comer por causa do aparelho.(eu)
- Ah, então você não está a fim de emagrecer não! Se estivesse querendo isso, não ia desanimar por uma dorzinha de cabeça. (marido)
- Então quer dizer que eu não tenho força de vontade? (eu)
- É!(marido)
- Ok!(eu)
Semana passada: 05/03 – 55.890kg (na balança da farmácia)
Caminhadas diárias, exercícios localizados pra coxa e bumbum (principalmente culote), muitas abdominais, alimentação controlada (exceto no domingo de festa, rsss)....
Hoje: 14/03 – 54.950kg (na balança da farmácia)
Saldo: - 940g
E vamos ver se eu não tenho força de vontade! (ninguém mandou desafiar uma ex-anoréxica)
Há algum tempo o marido resolveu comprar uma balança. Eu fui contra, claro! Já não bastava toda minha neura, mesmo mantendo distância. “Não amor, pensa no lado positivo, você vai poder controlar melhor seu peso. Pode se pesar todo dia! Você vai ver, vai ser muito bom!” Ledo engano! A dita cuja não gosta de minha pessoa, eu sinto isso. Sei que ela fica ali, encostada na parede, só maquinando qual a próxima maldade fará comigo, quantas gramas acrescentará ao meu peso. E o pior é que não resisto a tentação. A primeira coisa que faço ao acordar é subir na maldita. E sempre levo susto, óbvio! Se eu deito com 55kg, acordo com 56kg, pode? Sim, tudo é possível com essa maldita balança. “Amor, essa porcaria de balança está com defeito! Essa louca me deixa um quilo mais gorda pela manhã, sem noção!” Daí ele pega a coisa, meche numa bolinha que tem nela, e fala pra eu subir de novo que agora ta certo, que o ponteiro não estava partindo do zero. (Mas é evidente que a primeira coisa que olho na balança é se o ponteiro está no zero, justo pra evitar essas coisas loucas!) E lá vou eu de novo! E dessa vez a maldita é honesta, e só pq o marido está assistindo. E no outro dia a mesma coisa, o peso nunca bate! Aff... Agora coloco aqui as provas do crime da “malvada”. As fotos foram tiradas em seqüência, em intervalo de 20segundos.
Vá entender a dita cuja!!!
Amanhã, ao voltar da caminhada matinal, me peso na farmácia. Essa danada que me aguarde...
Ah segunda-feira, mais um dia quente e ensolarado no DF. E eu acordei morta de preguiça. Talvez sem motivação seja a definição correta. Pretendia caminhar logo pela manhã, mas como tenho que sair à tarde e queria aproveitar o sol pra secar umas roupas, preferi priorizar meus afazeres domésticos.
E agora cá estou na net. O tempo passa lentamente, e eu não encontro nada de interessante na web pra me entreter. Criando coragem pra desligar o pc e me arrumar pra sair. O final de semana foi ótimo.
Festa na casa da vovó, aniversário de nossa matriarca que faz 70 anos. Vida praticamente toda dedicada à essa família especial sempre conduzida com muito amor e sabedoria.
Família reunida, churrasco, cerveja gelada, bolo de aniversário(dois, porque vovó sempre agrada a gregos e troianos), pudim, muita conversa fiada, risos, gargalhadas, fofocas... Eu adoro isso tudo! E minha família é o máximo! Cheia de gente divertida, cheia de histórias, muitas confusões, acho que como toda família normal. Mas o principal é que somos muito unidos. Aliás, tudo é motivo de festa, e muita bebida, e muitas gargalhadas. Claro que também tem as intrigas, as briguinhas por motivos fúteis, sempre tem aquele que não quer colaborar financeiramente com o racha das despesas... mas tudo isso passa, e a felicidade se instaura novamente, e a alegria continua fluindo nessas reuniõezinhas que são simplesmente maravilhosas!
E eu que cheguei na casa da minha avó às 9h da manhã, saí de lá as 20h, rsss. E não, não fui eu quem fechou o boteco, alguns ainda ficaram. Mas asseguro que a última caixa de cerveja já estava esgotada, a carne zerada e todos já muito mais alegres do que no início do evento.
Claro que eu comi muito bem. Eu simplesmente adoro churrasco com cerva gelada. Não comi demasiadamente, não bebi demais, mas saí completamente satisfeita por ter passado um dia espetacular junto às pessoas que amo.
Dona desses traiçoeiros
Sonhos, sempre verdadeiros
Oh Dona desses animais
Dona de seus ideais
Pelas ruas onde andas
Onde mandas todos nós
Somos sempre mensageiros
Esperando tua voz
Teus desejos, uma ordem
Nada é nunca, nunca é não
Por que tens essa certeza
Dentro do teu coração
Tan, tan, tan, batem na porta
Não precisa ver quem é
P'ra sentir a impaciência
Do teu pulso de mulher
Um olhar me atira à cama
Um beijo me faz amar
Não levanto, não me escondo
Porque sei que és minha
Dona...
Não há pedras em teu caminho
Não há ondas no teu mar
Não há vento ou tempestade
Que te impeçam de voar
Entre a cobra e o passarinho
Entre a pomba e o gavião
Ou teu ódio ou teu carinho
Nos carregam pela mão
É a moça da cantiga
A mulher da criação
Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição
O poder que nos levanta
A força que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz
Dona, Dona... (Autores: Sá & Guarabyra)
Flávinha, não sei se meu comentário ficou no seu blog, pois deu erro, mas saiba que passei lá pra deixar um beijo!
Primo: Caraca, nunca tomei tanta Brahma como em Rio Verde! A Brahma lá é boa demais!
Eu: Oxi, tem diferença? Eu sempre tomo Brahma com meu sogro (acho que é a preferida dele) mas sinceramente, nada como a "boa" Antarctica!
Primo: Não, eu também prefiro Antarctica. Mas lá em Rio Verde a Brahma é gostosa, dá de dez na Antarctica. Aliás, lá é a mais vendida!
Eu: Engraçado, porque aqui no DF a preferida é Skol, mas eu não sou muito fã.
Primo: Ah não, Skol dá caganeira!
Eu: Uai, agora que tu falou faz sentido. Quando bebo com as amigas, só eu levo Antarctica, elas adoram Skol, e quando a minha cerveja acaba eu tomo da outra mesmo, e depois eu sinto isso mesmo!! Taí, até que tem utilidade! kkkkkk
Viu Luha, dependendo da marca, além de diurético é laxante! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
"Eu bebo sim, e tô vivendo, tem gente que não bebe e tá morrendo..."
Eu não jaqueiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!
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Ok, dieta, dieta eu não fiz. Mas também não comi descontroladamente. Tomei algumas várias geladas, mas sem exagero. Porém não comi muito, aliás comi muito pouco. No sábado meu café da manhã foi um copo de leite com nescau, no almoço apenas churrasco e alguns pedacinhos de mandioca com algumas várias geladinhas. À noite, outras geladas, com batatas fritas, poucas, pois eram de pacotinho (simplesmente amo Sensações da Elma Chips - aquela do pacote rosinha). No domingo, o café da manhã foram dois pãezinhos (bisnaguinha), um almocinho básico, o trivial, em pequena quantidade. À tarde, enquanto assistia a derrota do Flamengo (joguinho triste, viu?) comemos peta (conhecem? um biscoito típico de Minas Gerais que minha sogra é expert, estava delicioso) e na janta uma pequena porção de macarronada. Bom, posso dizer que não comi corretamente, mas não exagerei nas porções (exceto na peta) e consegui passar um final de semana sem que o ponteiro da "maldita Filizola" mexesse. Aliás, acho que consegui diminuir algumas graminhas, pois atualmente conto com a "visita do tio chico" (se é que me entendem) e o ponteiro para em ciminha do 55!
O sonho que se repete:
Eu não gosto muito de sonhar. Porque, geralmente, os sonhos dos quais me lembro querem dizer algo. Algo sobre mim, sobre o que estou vivendo e até mesmo sobre futuros acontecimentos, ou coisas que estão acontecendo mas que ainda não chegaram ao meu conhecimento. Foi assim quando morreram algumas pessoas da minha família e quando eu sofri um acidente de carro. Por sonho tive dicas de que algo acontecia, mas não quis prestar atenção a elas.
E há alguns dias tenho um sonho desagrável, com o qual não me importava. Mas hoje, ao acordar em extrema agonia por causa desse bendito, a primeira coisa que me veio a mente foi minha atual situação financeira, e uma palavra não saiu de minha mente: "inveja". Sei que muitos não acreditam nisso, eu às vezes tento não acreditar, mas meus sonhos me ensinaram a ter cuidado, e a prestar mais atenção. Então estou mudando minha postura em relação a algumas coisinhas que faço inocentemente, mas que deixam margem a instalação desse sentimento destrutivo.
E a dieta?
Bom, ela vai indo bem, obrigada! Ontem controlei bem minha ansiedade, mesmo porque não fiquei em casa, fui ver minha mãe que voltou de Floripa, passei o dia todo lá e só voltei pra casa a noite depois da janta. Sem motivos pra atacar a geladeira. Também comprei umas frutas que gosto e que desviarão meus pensamentos do rumo da padaria (é, porque na padaria moram os sonhos que me engordam). Estou fazendo novamente minhas abdominais diárias, e caminhando.
Xereta, realmente estás mais que certa, preciso saber controlar meus impulsos e pensar bem antes de ceder à gula.
Nutrissandra, amei seu blog, tão cheio de dicas. Já estás linkada!
Flavinha, ter quadril largo é bom e tals, mas nem tanto, né amiga? rsss Vamos à luta e venceremos!
Branquela baixinha, agora loira. Casadíssima! Sagitariana impaciente, sincera ao extremo! Chocólotra controlada,
apaixonada por massas e sorvete, com extrema aversão a côco.
