Well, ficar em casa realmente tem sido muito bom! Infelizmente apesar de estar em fase de descanso, ainda, minha ansiedade fica incontrolável. Por mais que arrume ocupações para o meu dia, que tenha coisas a fazer, parece que estar em casa está associado a comer. E dá-lhe ataques à geladeira.
Comprei frutas na esperança de evitar coisas piores, mas parece que às vezes todas as coisas cooperam contra mim. Quarta-feira fofucho pediu que eu fizesse uma torta salgada, já que há tempos não pratico minhas habilidades culinárias. Então lá vou ao supermercado e acabo comprando mais coisas do que deveria, com idéias a mil para guloseimas calóricas.
Como não ia ligar o forno só pra assar uma torta salgada, então façamos também uma torta doce... Ô tristeza! Não é que ambas ficaram divinas!E cá estou fugindo da tentação, das malditas clamando meu nome.
Infelizmente o resultado de minha estadia em casa já surtiu efeito na balança. Meleca!
Ah, e eu ia estudar pro concurso, né? Então... abafa o caso!
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Cáritas
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09:49:28
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Ai como é fácil se acostumar a acordar tarde!! Como tem sido bom estar em casa, relaxar, descansar meu cerebrinho.
Só não tenho tido ânimo pra estudar. Parece que a ficha não caiu ainda, não consigo me concentrar, rapidinho estou com a mente a mil em outro lugar muito longe dos livros.
Domingo farei um churrasco aqui em casa para os meus colegas de trabalho da loja. A maioria dos que virão são ex-funcionário, como eu. Espero que nos divirtamos muito. E como disse um dos convidados: "Domingo a orelha da bruxa cai!" kkkkk.
Depois volto, demora mais volto...
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Cáritas
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17:57:48
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Ah, como é boa essa vidinha mais-ou-menos de ficar em casa!
E preciso confessar que tenho me divertido com as ligações desesperadas do povo.
Eu fazia o serviço de duas pessoas, pois antes éramos duas, então em novembro demitiram minha "coleguinha" e desde então não se achou alguém que suportasse o "gênio ruim" da Sra. Keka. E fiquei ralando em dobro, recebendo a mesma merrequinha, mas dando conta do recado.
Quando anunciei minhas intenções e propus o acordo, foram contratadas duas pessoas para que eu treinasse. E foi o que fiz. Passei a ambas tudo que foi possível nesse curto tempo.
Então, em meu último dia, uma delas chega e diz que não vai ficar, que não suporta "o clima". Já havíamos conversado antes a respeito. Ela deixou um emprego pra ficar lá. À época, quando ela veio me contar dos gritos e mal tratos, fui bem sincera. Falei-lhe que isso seria uma constante e a tendência era piorar, que ali o assédio moral é um fato. Se ela via possibilidades de voltar ao seu antigo emprego, se não estava disposta a conviver com "a bruxa", era melhor que o fizesse logo. Fui sincera com ela, afinal ela veio a mim em busca de apoio e me senti na obrigação de abrir-lhe os olhos. Mesmo porque a outra pessoa que foi contratada pra trabalhar lá parece ter o mesmo tipo de temperamento da "chefe bruxa" e a coitada não mereceria conviver com duas megeras.
Confesso que sinto falta da correria. Saudades das meninas da loja, sempre tão amigas, pessoas que me cativaram. Sinto um grande vazio por não ter "aquela obrigação" diária de levantar e sair, e depois retornar pra casa à noite com a sensação de dever comprido. Mas sair dali me deu vida, me faz respirar, me deixa leve.
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Cáritas
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11:16:20
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Enfim livre!! Agora é correr atrás de outra senzala.
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Cáritas
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15:52:56
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